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“Minha mãe dependeu do Bolsa Família por décadas”, diz Xamã ao declarar apoio a Lula durante ato com artistas

O cantor e ator Xamã declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o ato “Cultura com Lula”, realizado na noite desta quarta-feira (23), na Fundição Progresso, na Lapa, no Rio de Janeiro.

Ao subir ao palco, o artista afirmou que é fruto de políticas públicas e relatou dificuldades enfrentadas por sua família. Segundo Xamã, sua mãe dependeu do Bolsa Família durante décadas para garantir comida dentro de casa.

“Minha mãe dependeu do Bolsa Família por décadas para ter comida dentro de casa”, declarou o cantor.

Xamã afirmou ainda que atualmente trabalha com música e cinema, mas destacou a importância das políticas públicas em sua trajetória e na história de sua família.

Durante o evento, o artista também apresentou uma rima a capela, com participação do público na criação do instrumental. Na apresentação, mencionou sua origem em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, as dificuldades enfrentadas ao longo da vida e a influência de sua mãe, Dona Maria.

Ao final, Xamã declarou apoio à cultura, à arte de rua e à poesia e afirmou: “Bora, Lula, a favor da democracia.”

Assista completo abaixo:

Alexandre Pires entra na mira da PF em investigação sobre garimpo ilegal na Terra Yanomami: “lavagem de dinheiro e falsidade ideológica”

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O cantor Alexandre Pires foi alvo de mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (23), durante a segunda fase da Operação Disco de Ouro, da Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema de extração e comercialização ilegal de cassiterita retirada da Terra Indígena Yanomami, em Roraima, além de suspeitas de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Mas o que levou o nome do artista a aparecer na investigação?

Segundo a Polícia Federal, uma empresa ligada a Alexandre Pires teria recebido recursos que são considerados suspeitos pelos investigadores. Levantamentos financeiros apontam inicialmente para uma transferência de cerca de R$ 2,5 milhões e, considerando outras operações identificadas, o valor relacionado à empresa do cantor ultrapassaria R$ 4 milhões.

A investigação aponta que o grupo teria utilizado empresas, contas de terceiros, operações financeiras internacionais e outros mecanismos para movimentar e ocultar mais de US$ 48 milhões. A PF também apura o uso de documentação falsa para dar aparência de legalidade à comercialização do minério.

Como funcionaria o esquema

De acordo com a investigação, a cassiterita teria sido extraída ilegalmente da Terra Indígena Yanomami e posteriormente declarada como se tivesse origem em uma área regular de exploração no Rio Tapajós, em Itaituba, no Pará.

A suspeita é de que documentos e operações comerciais fossem utilizados para conferir aparência legal ao minério antes de sua comercialização e exportação. A investigação também apura a participação de diferentes empresas e pessoas na movimentação dos recursos.

A apuração teve origem após a Polícia Federal apreender, em janeiro de 2022, cerca de 30 toneladas de cassiterita na sede de uma empresa investigada. Segundo a PF, o material teria sido extraído ilegalmente de território indígena e estaria sendo preparado para ser enviado ao exterior.

Empresário de Alexandre Pires também é investigado

Matheus Possebon, que atuava como empresário de Alexandre Pires, também está entre os investigados. Ele já havia sido alvo da primeira fase da Operação Disco de Ouro, deflagrada em 2023, e é apontado pela PF como integrante do núcleo financeiro investigado.

Nesta segunda fase, a Justiça Federal autorizou 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de sequestro de bens e valores. Não foram expedidos mandados de prisão nesta etapa.

Defesa nega envolvimento

A defesa de Alexandre Pires nega que o cantor tenha qualquer relação com garimpo ou extração de minério. Os advogados afirmam que a relação profissional entre o artista e Matheus Possebon estava limitada à intermediação de shows e que Alexandre Pires não participou de outras atividades comerciais atribuídas ao empresário.

A defesa também afirmou que o cantor foi surpreendido pelos novos desdobramentos da investigação e que confia no esclarecimento dos fatos.

Até o momento, Alexandre Pires é investigado, e a operação não representa uma condenação ou comprovação definitiva de participação do cantor nos crimes apurados. As investigações continuam.

Familiares de detentos protestam e bloqueiam trecho da BR-364, no interior do Acre

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Familiares de detentos da Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes bloquearam, na manhã desta terça-feira (22), a ponte José Nogueira Sobrinho, em Sena Madureira, no Acre. A estrutura faz parte da BR-364, uma das principais vias de ligação entre o município e Rio Branco.

O grupo, formado principalmente por mulheres de pessoas privadas de liberdade, ocupou a ponte e utilizou obstáculos para impedir a passagem de veículos. O bloqueio afetou o trânsito nos dois sentidos da rodovia e provocou a formação de filas.

Entre as reivindicações apresentadas pelos manifestantes estão melhorias na alimentação fornecida aos detentos, instalação de ventiladores nas celas, mudanças nas condições internas da unidade e ampliação dos dias e horários de visitação.

A Polícia Militar acompanhou a manifestação e equipes de policiamento foram deslocadas para o local para auxiliar nas negociações e tentar normalizar o tráfego.

Após horas de interdição, os familiares desocuparam a ponte no início da tarde, depois que as reivindicações foram encaminhadas aos setores responsáveis pela administração penitenciária. Com isso, o trânsito foi restabelecido nos dois sentidos da BR-364.

Assista:

ELEIÇÕES 2026: Atlas/Bloomberg aponta Lula com 47,7% e Flávio Bolsonaro com 47,4% no 2º turno

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Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) mostra empate técnico entre os dois em eventual segundo turno; margem de erro é de um ponto percentual

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47,7% das intenções de voto, contra 47,4% de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (23).

A diferença de 0,3 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, que é de um ponto percentual para mais ou para menos, caracterizando empate técnico entre os dois candidatos. Brancos, nulos e eleitores que não souberam responder somam 4,9%.

Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de setembro, Flávio tinha 47,2%, enquanto Lula registrava 46,8%. No novo levantamento, Lula oscilou 0,9 ponto para cima e Flávio, 0,2 ponto. As variações permanecem dentro da margem de erro.

No cenário de primeiro turno, Lula aparece com 45,8%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 43,4%. Na sequência estão Renan Santos, com 4,5%, e Augusto Cury, com 2,1%.

Ronaldo Caiado aparece com 1,3%, e Romeu Zema, com 0,9%. Outros nomes testados registraram percentuais inferiores a 1%.

A AtlasIntel também simulou confrontos de Lula com outros candidatos. Contra Romeu Zema, o presidente aparece com 47,6%, ante 42,2%. No cenário com Ronaldo Caiado, Lula registra 46,6%, contra 44%. Diante de Augusto Cury, o resultado é de 46,2% a 39,4%, enquanto contra Renan Santos o placar é de 46,5% a 31,2%.

A pesquisa ouviu 5.015 eleitores entre os dias 17 e 22 de setembro de 2026, por meio de recrutamento digital aleatório. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de um ponto percentual.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04739/2026.

Advogado disse a Vorcaro que Lula agradeceu whisky e “mandou abraço”, segundo mensagens da PF

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Diálogo entre advogado e ex-banqueiro consta de mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro; Planalto nega que presidente tenha recebido presente ou enviado recado

O advogado Walfrido Warde, que fazia parte da equipe jurídica de Daniel Vorcaro, afirmou ao então dono do Banco Master que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia agradecido por um whisky e mandado um abraço. A informação consta de mensagens extraídas do celular de Vorcaro pela Polícia Federal e divulgadas pelo jornal O Globo. A Jovem Pan também publicou o conteúdo nesta terça-feira (22).

A conversa ocorreu em 22 de janeiro de 2025, 49 dias após um encontro entre Lula e Vorcaro no Palácio do Planalto. Na mensagem, Warde escreveu ao banqueiro que havia se encontrado com o presidente.

“Querido, estive com o PR hoje. Ele me perguntou se você estava bem e mais tranquilo. Eu lhe disse que sim. Ele agradeceu mais uma vez o whisky e mandou um abraço. Outros detalhes eu conto pessoalmente”, escreveu o advogado, segundo a publicação.

Vorcaro respondeu à mensagem com um emoji de coração.

O encontro entre Lula e Vorcaro ocorreu em 4 de dezembro de 2024 e foi intermediado pelo ex-ministro Guido Mantega. Também participaram da reunião o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e Gabriel Galípolo, então diretor de Política Monetária do Banco Central.

As mensagens também mostram que Warde havia tentado anteriormente intermediar uma reunião entre Vorcaro e Lula. Em abril de 2024, o advogado relatou ao banqueiro que teria recebido uma ligação de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete do presidente, para solicitar um e-mail com os assuntos que seriam tratados em uma eventual audiência.

Planalto nega versão

O Palácio do Planalto negou que Lula tenha recebido qualquer presente de Vorcaro ou enviado um recado ao ex-banqueiro.

Em nota, a Presidência afirmou que Lula encontrou Vorcaro apenas uma vez, em dezembro de 2024, e que não houve outro contato entre os dois. O governo também declarou que o presidente não tinha conhecimento da suposta articulação relatada nas mensagens de Warde.

A Presidência afirmou ainda que, durante a reunião, Vorcaro teria relatado se sentir alvo de perseguições, enquanto Lula teria respondido que eventuais denúncias deveriam ser analisadas tecnicamente pelo Banco Central.

Assim, até o momento, a existência da mensagem de Warde a Vorcaro está documentada nas conversas divulgadas, mas a afirmação de que Lula recebeu o whisky e enviou o abraço é contestada pelo Palácio do Planalto.

Justiça da prazo de 15 dias para Advocacia-Geral da União justificar defesa de Janja em ação sobre viagens com dinheiro público ⁩

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A Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de 15 dias para que a Advocacia-Geral da União (AGU) apresente documentos que fundamentaram a decisão de representar judicialmente a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em uma ação popular que questiona gastos públicos relacionados a viagens internacionais.

A determinação foi assinada pela juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível do Distrito Federal. A magistrada solicitou que a AGU apresente o requerimento administrativo feito por Janja para obter a representação, o parecer ou manifestação jurídica que analisou o pedido, o ato que autorizou a atuação do órgão e outros documentos utilizados para comprovar o cumprimento dos requisitos legais e regulamentares.

Sede da Advocacia-Geral da União. Reprodução: redes sociais

A ação foi apresentada pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo) e pelo advogado Jeffrey Chiquini. No processo, eles questionam despesas relacionadas a viagens internacionais de Janja e também o Decreto nº 12.604/2025, que reorganizou a estrutura do Palácio do Planalto e prevê apoio administrativo ao cônjuge do presidente da República em atividades de interesse público.

Durante a tramitação, os autores passaram a questionar se a AGU poderia atuar na defesa da primeira-dama. Segundo a própria AGU, a representação foi autorizada após um pedido administrativo e uma análise jurídica sobre o cumprimento das exigências previstas nas normas aplicáveis.

O procedimento administrativo mencionado pela defesa, porém, ainda não havia sido anexado aos autos. A juíza determinou que os documentos sejam apresentados para que possa analisar posteriormente se a representação atende aos requisitos legais.

A magistrada também identificou uma divergência na contestação apresentada pela AGU, que cita diferentes portarias como fundamento para a representação judicial. O órgão deverá esclarecer qual norma foi efetivamente utilizada para autorizar sua atuação no caso.

Após a apresentação dos documentos pela AGU, os autores da ação terão 15 dias para se manifestar. Em seguida, o Ministério Público Federal terá prazo de 30 dias para apresentar sua manifestação. Somente depois dessas etapas a Justiça deverá analisar a regularidade da representação da primeira-dama pela AGU.

Até o momento, a decisão não concluiu que a atuação da AGU em favor de Janja seja irregular. A juíza determinou a apresentação da documentação justamente para verificar os fundamentos da representação.

Helicóptero com cantor sertanejo Rick, dupla de Renner, é encontrado; não há sobreviventes

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O cantor Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner, morreu aos 59 anos após o helicóptero em que estava desaparecer na Serra de Santa Catarina. Os destroços da aeronave foram localizados nesta terça-feira (22), e cinco corpos foram encontrados no local. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.

A aeronave havia desaparecido na tarde de segunda-feira (21), durante um voo entre Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina, e São Joaquim, na Serra. Além de Rick, estavam a bordo o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e o piloto. A identidade da quinta vítima ainda não havia sido divulgada na última atualização.

As buscas mobilizaram equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da Força Aérea Brasileira. A operação foi dificultada pelas condições meteorológicas na região, que tinha previsão de chuva forte, ventos e baixa visibilidade.

Rick, nome artístico de Geraldo Antônio de Carvalho, nasceu em 5 de dezembro de 1966 e tinha 59 anos. Ao lado de Renner, construiu uma carreira de destaque na música sertaneja. A dupla ficou conhecida nacionalmente por sucessos como “Ela É Demais” e “Filha”.

Os corpos encontrados no local serão encaminhados para os procedimentos de identificação e perícia. As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis.

Em Belém, empreendedora desabafa sobre dificuldade na venda de marmitas: “Já passou de meio-dia e ainda não vendi nenhuma”

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Uma empreendedora do ramo de marmitas, localizada no bairro da Marambaia, em Belém, publicou um vídeo nesta segunda-feira (21) desabafando sobre a dificuldade nas vendas do dia.

No relato, a comerciante afirma que já havia passado do meio-dia e ainda não tinha conseguido vender nenhuma marmita.

“Já passou de 12:14h e eu ainda não vendi nenhuma marmita. Dá vontade de chorar, mas não é a solução nem o caminho”, desabafou.

A empreendedora também falou sobre os altos e baixos enfrentados por quem trabalha por conta própria e destacou a dificuldade de manter um negócio diante de dias de pouco movimento.

O vídeo repercutiu nas redes sociais e gerou identificação entre outros empreendedores. Nos comentários, usuários compartilharam experiências semelhantes e apontaram dificuldades relacionadas ao momento econômico do país e à redução do consumo.

Assista:

Planilha com “lista de pagamentos pendentes” de Vorcaro incluía repasse de R$ 1 milhão para ex-cunhado de Gilmar Mendes

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Uma planilha apreendida durante as investigações do caso Banco Master cita um pagamento pendente de R$ 1 milhão ao empresário Chiquinho Feitosa, ex-cunhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo nesta segunda-feira (21).

Chiquinho Feitosa. Reprodução:

O documento estava armazenado no celular do empresário e pastor Fabiano Zettel, apontado pela Polícia Federal como operador financeiro de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Em 10 de janeiro de 2025, Zettel teria encaminhado a Vorcaro uma relação de pagamentos pendentes na qual aparecia a identificação “FA (Chiquinho)”, acompanhada do valor de R$ 1 milhão, referente aos meses de dezembro e janeiro.

Na época em que a planilha foi enviada, Feitosa ainda era cunhado de Gilmar Mendes. O ministro se divorciou da advogada Guiomar Feitosa, irmã de Chiquinho, em novembro de 2025.

Feitosa já havia confirmado que manteve um contrato de consultoria, por um período que classificou como curto, com a Super Empreendimentos, empresa ligada ao grupo de Vorcaro. Reportagens anteriores apontaram que o contrato teria valor de R$ 500 mil mensais.

Mensagens atribuídas a Feitosa também mostram que ele aconselhou Vorcaro, em abril de 2024, a estabelecer uma relação direta com Gilmar Mendes. Na ocasião, escreveu que isso seria importante para o futuro.

O encontro entre Vorcaro e Gilmar Mendes ocorreu em 11 de abril de 2024, no gabinete do ministro, no STF. Segundo o gabinete de Gilmar, a reunião teve caráter institucional e contou com a presença de advogados do Banco Master. O ministro afirma que não tinha conhecimento das tratativas privadas entre seu então cunhado e Vorcaro.

O gabinete do ministro também afirma que Gilmar votou contra os interesses do Banco Master em processos relacionados ao setor sucroalcooleiro, incluindo o caso da Destilaria Alcídia.

Diarista cria polêmica ao afirmar que “faxineira não tem obrigação de lavar pano de chão” após a limpeza ⁩

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A diarista conhecida nas redes sociais como Índia Diarista gerou debate ao publicar um vídeo afirmando que a faxineira não teria obrigação de lavar os panos de chão utilizados durante a limpeza ao final do serviço, caso a tarefa não tenha sido combinada previamente com o cliente.

Segundo ela, deixar os panos para serem lavados após o término da faxina não deveria ser tratado como uma obrigação automática. Ela também afirmou que lavar os panos à mão não seria uma atividade que devesse ser incluída no serviço sem acordo prévio e relacionou a questão à valorização dos profissionais da categoria.

“Terminou a faxina e ainda quer que a faxineira lave pano de chão? Amor, se isso não foi combinado, não invente obrigação no final do serviço. Pano sujo não é ‘brinde’ da faxina”, afirmou.

Na publicação, a diarista também rebateu o argumento de que o cliente estaria pagando pelo serviço.

“Você está pagando pelo serviço combinado, não comprando a profissional junto”, declarou.

A fala dividiu opiniões nas redes sociais. Enquanto algumas pessoas concordaram com a diarista e defenderam que tarefas adicionais devem ser combinadas antes da contratação, outras questionaram se a lavagem dos panos utilizados durante a própria faxina não deveria fazer parte do serviço.

No fim da publicação, Índia lançou a pergunta aos seguidores: “Faxineira deve lavar os panos de chão no final da faxina: sim ou não?”

Confira o vídeo completo abaixo: