Flávio Bolsonaro (PL) viajou dos Estados Unidos para Brasília, em janeiro de 2025, acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, das duas filhas e do advogado e empresário Willer Tomaz. O grupo estava a bordo de um jato executivo que tinha entre seus cotistas uma empresa da qual Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, era sócio. A informação foi revelada pela revista Piauí e divulgada nesta quarta-feira (23).
O voo aconteceu em 19 de janeiro de 2025, no trecho entre Fort Lauderdale, na Flórida, e Brasília, na véspera da posse de Donald Trump para seu segundo mandato. A aeronave era um Legacy 650, de prefixo PP-NLR. Registros analisados pela imprensa apontam que o avião tinha propriedade compartilhada. Uma das cotas pertencia a Willer Tomaz e outra à empresa Prime You, que tinha Vorcaro entre os sócios.
Willer Tomaz confirmou à Piauí que possuía uma das três cotas da aeronave. Segundo ele, a Prime You era responsável pela administração e organização do uso do avião. O advogado afirmou ainda que só tomou conhecimento da participação de Vorcaro na empresa em abril de 2026 e que, posteriormente, rompeu o contrato e passou a discutir a questão judicialmente.
Flávio Bolsonaro (PL) viajou dos Estados Unidos para Brasília, em janeiro de 2025, acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, das duas filhas e do advogado e empresário Willer Tomaz. O grupo estava a bordo de um jato executivo que tinha entre seus cotistas uma empresa da qual Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, era sócio. A informação foi revelada pela revista Piauí e divulgada nesta quarta-feira (23).
O voo aconteceu em 19 de janeiro de 2025, no trecho entre Fort Lauderdale, na Flórida, e Brasília, na véspera da posse de Donald Trump para seu segundo mandato. A aeronave era um Legacy 650, de prefixo PP-NLR. Registros analisados pela imprensa apontam que o avião tinha propriedade compartilhada. Uma das cotas pertencia a Willer Tomaz e outra à empresa Prime You, que tinha Vorcaro entre os sócios.
Willer Tomaz confirmou à Piauí que possuía uma das três cotas da aeronave. Segundo ele, a Prime You era responsável pela administração e organização do uso do avião. O advogado afirmou ainda que só tomou conhecimento da participação de Vorcaro na empresa em abril de 2026 e que, posteriormente, rompeu o contrato e passou a discutir a questão judicialmente.
Mesmo avião foi usado por Moraes
Meses depois, em agosto de 2025, o mesmo Legacy 650 foi utilizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e por sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes. Um vídeo divulgado pelo jornal O Globo mostrou o casal desembarcando da aeronave no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
O escritório de Viviane Barci afirmou que contratou serviços de táxi aéreo da Prime Aviation e que a escolha das aeronaves cabia à empresa responsável pela operação. Segundo o escritório, não houve presença de Vorcaro nos voos realizados por seus integrantes e a contratação não representava vínculo pessoal com proprietários específicos das aeronaves.
A relação entre Flávio e Willer Tomaz também já havia sido identificada em outras viagens internacionais. Segundo informações divulgadas pelo O Globo, os dois fizeram ao menos cinco deslocamentos juntos no primeiro semestre de 2025. Willer afirmou que as viagens tinham caráter privado e eram decorrentes da amizade entre os dois.
A revelação sobre o voo de janeiro de 2025 ocorre em meio às investigações envolvendo Vorcaro, o Banco Master e diferentes relações entre empresários, autoridades e pessoas próximas a elas. A existência da viagem e o uso posterior da mesma aeronave por Moraes, contudo, não constituem, por si só, prova de irregularidade por parte de Flávio Bolsonaro ou do ministro.
Meses depois, em agosto de 2025, o mesmo Legacy 650 foi utilizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e por sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes. Um vídeo divulgado pelo jornal O Globo mostrou o casal desembarcando da aeronave no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
O escritório de Viviane Barci afirmou que contratou serviços de táxi aéreo da Prime Aviation e que a escolha das aeronaves cabia à empresa responsável pela operação. Segundo o escritório, não houve presença de Vorcaro nos voos realizados por seus integrantes e a contratação não representava vínculo pessoal com proprietários específicos das aeronaves.
A relação entre Flávio e Willer Tomaz também já havia sido identificada em outras viagens internacionais. Segundo informações divulgadas pelo O Globo, os dois fizeram ao menos cinco deslocamentos juntos no primeiro semestre de 2025. Willer afirmou que as viagens tinham caráter privado e eram decorrentes da amizade entre os dois.
A revelação sobre o voo de janeiro de 2025 ocorre em meio às investigações envolvendo Vorcaro, o Banco Master e diferentes relações entre empresários, autoridades e pessoas próximas a elas. A existência da viagem e o uso posterior da mesma aeronave por Moraes, contudo, não constituem, por si só, prova de irregularidade por parte de Flávio Bolsonaro ou do ministro.


