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Após perder as eleições no primeiro turno, Hana Ghassan se pronuncia e diz que continuará trabalhando até o último dia do seu mandato

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A governadora do Pará, Hana Ghassan (MDB), se pronunciou nesta terça-feira (6) sobre o resultado das eleições para o Governo do Estado. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou estar triste com a derrota, mas disse respeitar a decisão da maioria dos eleitores paraenses.

“Estou triste, confesso, mas em paz. A democracia falou e eu respeito a decisão da maioria do povo paraense”, declarou Hana.

No primeiro turno, realizado no domingo (4), Dr. Daniel Santos (Podemos) foi eleito governador do Pará com 51,36% dos votos válidos. Hana ficou em segundo lugar, com 46,53%. Os dados são da totalização oficial das eleições.

Durante a manifestação, Hana também agradeceu aos eleitores que votaram nela e aos apoiadores que acompanharam sua campanha. A governadora afirmou que continuará trabalhando até o último dia da atual gestão.

“Até o último dia de mandato, sigo à frente do Governo do Pará com a mesma dedicação de sempre, entregando obras e cuidando de todos os paraenses”, afirmou.

Efeito primeiro turno: Alexandre de Moraes concede regime semiaberto para “Débora do batom”

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a progressão de regime de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o semiaberto. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por crimes relacionados aos atos de 8 de Janeiro de 2023.

A decisão foi assinada pelo ministro em 2 de outubro e divulgada nesta terça-feira (6). Moraes acolheu manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que havia se posicionado pela progressão.

Apesar da mudança de regime, Débora continuará cumprindo a pena em prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico. Segundo Moraes, a prisão domiciliar é uma forma de cumprimento mais benéfica do que o regime semiaberto e, por isso, será mantida.

Na mesma decisão, o ministro reconheceu 212 dias de remição da pena. O abatimento considera atividades realizadas por Débora durante o cumprimento da pena, incluindo trabalho, leitura e a aprovação no Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL) de 2023.

Débora foi condenada a 14 anos de prisão, sendo 12 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção, além de 100 dias-multa. A condenação envolve os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Ela ficou conhecida nacionalmente após ser apontada como responsável por pichar, com batom vermelho, a frase “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, localizada em frente ao STF, durante os atos de 8 de janeiro de 2023.

A defesa de Débora já havia solicitado a progressão de regime e o reconhecimento de dias de remição. A PGR se manifestou favoravelmente à mudança para o semiaberto antes da decisão de Moraes.

Com a decisão, a progressão para o semiaberto está autorizada, mas, na prática, ela permanece em casa, sob as condições determinadas anteriormente pela Justiça.

No Pará, prefeito Aurélio Goiano e Zezinho Lima comemoram “derrota” de Éder Mauro nas urnas; “é mais ladrão do que o Lula”

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O prefeito de Parauapebas, Aurélio Goiano, publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece conversando por vídeo chamada com o vereador de Belém Zezinho Lima. Na gravação, os dois comemoram o resultado da eleição para o Senado no Pará e a derrota do deputado federal Éder Mauro (PL), que terminou a disputa em terceiro lugar.

Nas imagens, Aurélio e Zezinho, ambos identificados com o campo político bolsonarista, celebram o resultado eleitoral. Durante a conversa, Éder Mauro é chamado de “ladrã0” pelos parlamentares.

Zezinho Lima já publicou diversos vídeos comemorando a derrota de Éder Mauro nas urnas, em um deles, diz que isso aconteceu devido a briga entre os dois que expôs um racha no PL estadual.

Nas eleições para o Senado, Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União Brasil) foram eleitos pelo Pará. Éder Mauro ficou em terceiro lugar, com 22,26% dos votos válidos, enquanto Helder teve 26,1% e Chicão, 22,45%.

Ministro de Lula fala sobre desconstrução de Flávio Bolsonaro e estratégias para o segundo turno: “Chegou a hora da onça beber água”

O ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, revelou as primeiras estratégias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa do segundo turno das eleições de 2026.

Em declaração à imprensa, Guimarães afirmou que a campanha pretende ampliar a votação de Lula no Nordeste, reduzir a abstenção e fortalecer a articulação com governadores eleitos no primeiro turno.

“Chegou a hora da onça beber água”, afirmou o ministro ao comentar a nova fase da disputa presidencial, que agora reúne apenas dois candidatos.

Segundo Guimarães, a campanha pretende intensificar o contato direto com o eleitorado e ampliar o diálogo com lideranças políticas. Ele também destacou a importância de aumentar a votação em estados onde Lula já teve desempenho expressivo no primeiro turno.

O ministro citou como exemplos Ceará e Bahia. Segundo ele, a estratégia no Ceará é elevar o percentual obtido pelo presidente e, na Bahia, já existe uma articulação para estabelecer metas de votação para o segundo turno.

“A orientação geral é ampliar a nossa votação no Nordeste, diminuir a abstenção e os governadores eleitos do primeiro turno todos reafirmarem o seu compromisso”, afirmou Guimarães.

O ministro também afirmou que a campanha entrará em uma fase de maior enfrentamento e debate direto com o adversário.

“Mobilização, debate, enfrentamento, tête-à-tête, agora só são dois”, declarou.

Guimarães demonstrou confiança na campanha e afirmou que a diferença registrada no primeiro turno não deve ser vista como definitiva. A partir de agora, segundo ele, a prioridade será mobilizar eleitores, conquistar novos apoios e ampliar a votação de Lula.

A disputa presidencial de 2026 será decidida no segundo turno, marcado para 25 de outubro, entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). A nova etapa da eleição deverá concentrar as campanhas na busca pelos votos dos candidatos que ficaram fora da disputa, além dos eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno.

Assista:

PARÁ ELEIÇÕES 2026: Médica Cynthia Charone estreia no cenário político como a mulher mais votada do PSD no estado

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Estreante na política, a médica Cynthia Charone (PSD) terminou as eleições deste domingo (4) com 28.870 votos válidos na disputa por uma vaga de deputada federal pelo Pará. Apesar de não ter sido eleita, ela foi a mulher mais votada do PSD no estado.

Esta foi a primeira candidatura de Cynthia a um cargo eletivo. O desempenho também chamou atenção em Belém e Ananindeua, onde a candidata ficou entre os nomes mais votados para a Câmara dos Deputados. O resultado ocorreu em uma disputa que contou com candidatos com longa trajetória política e mandatos anteriores.

O PSD elegeu dois deputados federais pelo Pará: Júnior Ferrari e Raimundo Santos, ambos reeleitos. Com a composição da bancada, Cynthia terminou como segunda suplente do partido, posição que pode permitir uma eventual convocação para assumir o mandato caso surja uma vaga durante a legislatura.

A campanha de Cynthia teve como principal eixo a área da saúde, setor no qual ela atua há mais de três décadas e tem carreira consolidada. A candidata também incluiu entre as propostas políticas voltadas à população idosa.

Mesmo sem conquistar uma cadeira na Câmara, a votação obtida coloca Cynthia entre os nomes que tiveram desempenho relevante dentro do próprio partido. O resultado ganha destaque principalmente por se tratar de sua primeira disputa eleitoral e por ela ter terminado como a candidata mulher mais votada do PSD no Pará.

Após a apuração, Cynthia agradeceu aos eleitores e afirmou que pretende continuar atuando na vida pública. A médica também declarou que considera a candidatura o início de uma trajetória política.

ELEIÇÕES 2026: veja como votaram os municípios do Pará para governador do Estado ⁩

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Daniel Santos foi eleito governador do Pará no primeiro turno das eleições de 2026, com 51,75% dos votos válidos, enquanto Hana Ghassan ficou com 46,15%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Imagem: O Tempo

A votação foi marcada por diferenças significativas entre os municípios paraenses. Em algumas cidades, o candidato do Podemos teve ampla vantagem, enquanto Hana Ghassan venceu em outros municípios, especialmente em diferentes regiões do estado.

Entre os maiores percentuais registrados para Dr. Daniel, estão Novo Progresso (81%), Trairão (79,1%), Medicilândia (77,7%), São Félix do Xingu (77,3%), Anapu (76,2%), Rurópolis (75,2%), Tucumã (74,8%), Uruará (72,4%) e Itaituba (72,2%).

Daniel também venceu em municípios como Santarém (56,1%), Parauapebas (61,7%), Marabá (58,3%), Canaã dos Carajás (69%), Altamira (66,1%), Ananindeua (68,6%), Castanhal (57,1%), Tailândia (62,3%) e Paragominas (59,9%).

Já Hana Ghassan obteve votações expressivas em diferentes municípios. Entre os maiores percentuais informados estão Afuá (75,6%), Curralinho (74,7%), Ponta de Pedras (72%), São Sebastião da Boa Vista (70,8%), Cachoeira do Arari (67,9%), Chaves (67,7%), Santa Cruz do Arari (66,7%), Quatipuru (66,6%), Limoeiro do Ajuru (65,9%), Muaná (64,2%), Cametá (68,4%) e Tracuateua (68,8%).

Na Região Metropolitana de Belém, os resultados também foram distintos. Daniel venceu em Ananindeua, com 68,6%, e em Marituba, com 54%. Em Benevides, Hana teve 55,5%. Em Santa Izabel do Pará, Daniel registrou 49,6%, contra 48,9% de Hana.

Na capital, Belém, a disputa foi apertada: Daniel aparece com 47,6%, enquanto Hana teve 46,8%, de acordo com os números informados.

Veja alguns dos resultados por município

Oeste do Pará:

  • Oriximiná — Daniel 62,4% | Hana 36,9%
  • Óbidos — Hana 56,8% | Daniel 42,8%
  • Almeirim — Hana 63,7% | Daniel 35,1%
  • Alenquer — Daniel 52,8% | Hana 46,6%
  • Monte Alegre — Daniel 58,4% | Hana 40%
  • Juruti — Hana 52,2% | Daniel 47,1%
  • Santarém — Daniel 56,1% | Hana 41,6%
  • Itaituba — Daniel 72,2% | Hana 26,9%
  • Trairão — Daniel 79,1% | Hana 20,4%
  • Rurópolis — Daniel 75,2% | Hana 24,3%
  • Novo Progresso — Daniel 81% | Hana 18,7%

Sul e sudeste do Pará:

  • São Félix do Xingu — Daniel 77,3% | Hana 22%
  • Santana do Araguaia — Daniel 64,3% | Hana 35,1%
  • Conceição do Araguaia — Daniel 58,6% | Hana 40,2%
  • Redenção — Daniel 69,2% | Hana 30,3%
  • Tucumã — Daniel 74,8% | Hana 24,7%
  • Altamira — Daniel 66,1% | Hana 32,6%
  • Rio Maria — Daniel 63,3% | Hana 36,2%
  • Canaã dos Carajás — Daniel 69% | Hana 29,7%
  • Parauapebas — Daniel 61,7% | Hana 36,3%
  • Marabá — Daniel 58,3% | Hana 40,2%
  • Anapu — Daniel 76,2% | Hana 23,5%

Marajó:

  • Portel — Hana 59,9% | Daniel 39,7%
  • Gurupá — Hana 58,4% | Daniel 41,2%
  • Bagre — Hana 57,7% | Daniel 42,1%
  • Breves — Hana 54,4% | Daniel 44,6%
  • Afuá — Hana 75,6% | Daniel 24%
  • Chaves — Hana 67,7% | Daniel 31,8%
  • Soure — Hana 58,4% | Daniel 39,7%
  • Cachoeira do Arari — Hana 67,9% | Daniel 31,2%
  • Ponta de Pedras — Hana 72% | Daniel 26,8%
  • Muaná — Hana 64,2% | Daniel 35,2%
  • São Sebastião da Boa Vista — Hana 70,8% | Daniel 28,7%
  • Curralinho — Hana 74,7% | Daniel 24,9%

Nordeste do Pará:

  • Viseu — Hana 58,9% | Daniel 40,4%
  • Augusto Corrêa — Hana 64,7% | Daniel 34,4%
  • Santa Luzia do Pará — Hana 63,6% | Daniel 34,9%
  • Bragança — Hana 55,4% | Daniel 42,6%
  • Tomé-Açu — Daniel 60,2% | Hana 38,9%
  • Tailândia — Daniel 62,3% | Hana 36,9%
  • Irituia — Hana 57,1% | Daniel 42%
  • Tracuateua — Hana 68,8% | Daniel 30,2%
  • Igarapé-Miri — Hana 60% | Daniel 39,3%

Região Metropolitana:

  • Ananindeua — Daniel 68,6% | Hana 27,8%
  • Benevides — Hana 55,5% | Daniel 43,1%
  • Marituba — Daniel 54% | Hana 43,5%
  • Santa Izabel do Pará — Daniel 49,6% | Hana 48,9%
  • Castanhal — Daniel 57,1% | Hana 39%
  • Belém — Daniel 47,6% | Hana 46,8%
  • Bujaru — Hana 57% | Daniel 41,7%
  • Nova Timboteua — Daniel 50,8% | Hana 48,4%
  • Maracanã — Hana 57,5% | Daniel 41,5%
  • Capanema — Hana 51,9% | Daniel 46,4%

Dados: TSE e site O Tempo

“Por causa do PT e do Lula é que o índio não trabalha”, vídeo de influenciador indígena causa polêmica e viraliza nas redes

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Um vídeo de um influenciador indígena que declara apoio a Flávio Bolsonaro (PL) viralizou nas redes sociais e provocou repercussão entre os internautas.

Nas imagens, o influenciador aparece com um adesivo de Flávio Bolsonaro no peito e responde a críticas recebidas após manifestar apoio ao candidato à Presidência.

Segundo o influenciador, algumas pessoas questionaram sua escolha política por ele ser indígena. Em resposta, ele afirmou: “Por causa do PT e do Lula é que o índio não trabalha”.

Na sequência, o influenciador defendeu o direito de escolher o candidato em quem pretende votar e questionou as críticas à sua posição política.

Assista o vídeo completo abaixo:

“Não existe direita sem o Bolsonaro”, diz Renan Santos em podcast; candidato do Missão “liberou” seu grupo para apoiar Flávio no 2º turno, mas não declarou apoio ao candidato do PL

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou, após o resultado do primeiro turno das eleições de 2026, que “não existe direita no Brasil sem Bolsonaro”. Apesar da declaração, ele não declarou apoio formal a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.

Em transmissão pelas redes sociais neste domingo (4), Renan afirmou que não fará campanha para nenhum dos dois candidatos que avançaram à etapa final — Flávio Bolsonaro e Lula (PT) — e deixou os integrantes do Missão livres para decidir como irão se posicionar.

“Façam o que vocês quiserem. Eu já avisei que não voto em bandido, não recomendo que ninguém vote em bandido. Façam o que vocês quiserem. A eleição já é do Flávio Bolsonaro”, declarou.

Renan terminou o primeiro turno em quarto lugar, com cerca de 2,25% dos votos válidos. Ao comentar o resultado, classificou o desempenho como abaixo das expectativas para sua campanha e para o partido.

Na mesma transmissão, o candidato reconheceu a força eleitoral do bolsonarismo e afirmou que integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) que desejarem se aproximar do grupo político de Bolsonaro poderão fazê-lo sem oposição de sua parte.

“Quem está no nosso grupo e quiser sair, poderá sair e virar bolsonarista. Vou repetir, não existe direita para além de Bolsonaro”, afirmou.

A posição representa uma mudança em relação a declarações feitas por Renan durante a campanha. Em setembro, ele havia afirmado que não apoiaria Flávio em um eventual segundo turno e rejeitado uma aproximação com o grupo político do senador.

No segundo turno, marcado para 25 de outubro, Flávio Bolsonaro e Lula disputarão a Presidência da República.

Assista o vídeo completo abaixo:

Lula diz que avalia com o Banco Central proibir emissão de mais de um cartão de crédito por pessoa

Presidente afirmou que medida seria adotada para tentar conter o endividamento dos consumidores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante entrevista ao podcast Flow, na quinta-feira (1º), que o governo discute com o Banco Central uma medida para limitar a quantidade de cartões de crédito que os bancos podem emitir para cada pessoa.

“Nós estamos discutindo com o Banco Central. Nós vamos proibir os bancos de dar mais que um cartão de crédito para as pessoas”, declarou Lula.

Durante a entrevista, o presidente criticou os juros cobrados no crédito rotativo e relacionou as condições de acesso ao cartão ao endividamento das famílias. Lula também reclamou da oferta de cartões que, segundo ele, são enviados aos consumidores sem solicitação.

“Os bancos hoje distribuem cartão de crédito sem saber se você quer. Eles mandam para você”, afirmou o presidente.

Dados do Banco Central mostram que a taxa média de juros do crédito rotativo chegou a 449,4% ao ano em agosto de 2026. O rotativo é utilizado quando o consumidor não paga integralmente a fatura até a data de vencimento.

Atualmente, já existe uma regra que limita a cobrança de juros e encargos financeiros sobre dívidas de cartão originadas a partir de janeiro de 2024. Segundo o Banco Central, esses encargos não podem superar o valor original da dívida.

Lula, porém, não detalhou como funcionaria a eventual restrição à emissão de cartões, se a medida dependeria de uma nova norma ou lei, nem informou quando ela poderia entrar em vigor. Até o momento, trata-se de uma proposta em discussão com o Banco Central.

Confira o trecho da fala do presidente:

No Pará, ex-prefeito e secretário municipal de Breu Branco disputam votos para Lula e Flávio Bolsonaro no mesmo palanque, durante comício do MDB

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Uma cena chamou atenção durante um comício do MDB realizado em Breu Branco, no sudeste do Pará: integrantes do mesmo palanque manifestaram apoio a candidatos diferentes na disputa pela Presidência da República.

De um lado, o vereador Francisco Garcês Costa, ex-prefeito do município, pediu votos para Flávio Bolsonaro (PL). Do outro, o secretário municipal de Agricultura e Pecuária, Manoel Raimundo Alves Pompeu, conhecido como Manoel Pompeu, declarou apoio ao presidente Lula (PT). Pompeu ocupa atualmente o cargo de secretário da pasta em Breu Branco.

Durante o discurso, Garcês Costa fez um apelo aos eleitores que ainda não haviam escolhido candidato à Presidência e pediu votos para Flávio Bolsonaro, número 22.

“Aqueles que ainda não decidiram o seu candidato a presidente da República, eu quero convidar vocês para nos libertar. Esse país é no dia 4 de outubro. Nós vamos votar 22”, afirmou.

Na sequência, Manoel Pompeu defendeu a administração municipal e citou ações realizadas na cidade.

“Nós estamos ouvindo falar em tudo o que está dando certo. Será que o que está dando certo é só aqui? É só você ir aqui agora na Secretaria de Saúde e você vai ver o que é trabalho”, declarou.

Assista o vídeo abaixo: